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Fabricação de células de bateria no miniambiente: automação flexível na sala seca
Da eletromobilidade, passando pela tecnologia de comunicação e médica, até ferramentas ou eletrodomésticos inteligentes: a indústria necessita cada vez mais células de bateria. Mas a sua produção em gigafábricas consome enormes quantidades de energia. Além disso, as grandes linhas de fabricação são muito inflexíveis. Uma possível alternativa do KIT foi testada com sucesso no Instituto de Engenharia de Produção WBK . O caminho: contenção de processo em miniambientes. Em um dos papéis principais: robôs da KUKA.
O futuro da produ??o de células de bateria: salas limpas e secas energeticamente eficientes
No Instituto de Engenharia de Produ??o WBK do Instituto de Tecnologia de Karlsruher (KIT) a pioneira produ??o de baterias já pode ser experimentada. Para torná-la mais flexível e eficiente, os pesquisadores criaram uma instala??o de produ??o ágil de células no ambito do projeto AgiloBat para baterias de íons de lítio: Com a ajuda da automa??o baseada em rob? em miniambientes foi atingida uma flexibilidade, que até ent?o era possível apenas na manufatura.
O KR 4 AGILUS em ação em uma das células de robô no KIT.
Através de processos adaptáveis e altera??es de programa é possível produzir as mais diferentes geometrias de célula na sala seca – sem ter que reconfigurar o sistema de forma dispendiosa.?Para isso, os pesquisadores desenvolveram células de rob? especiais que, no que diz respeito à sua natureza e execu??o, representam uma novidade mundial. Elas foram projetadas e construídas pela Exentec Germany GmbH, uma empresa do Grupo Exyte. Exyte, a empresa internacional sediada em Stuttgart?para a tecnologia de edifícios e?constru??o de instala??es?desenvolve, planeja e disponibiliza instala??es de produ??o sustentáveis e ultralimpas para indústrias de alta tecnologia, incluindo fábricas de semicondutores e de baterias, centros de dados ou instala??es para a indústria biofarmacêutica. Um dos pontos fortes da Exentec s?o salas limpas e secas. Ou, nas palavras de Nicole Neub, Diretora do Departamento de Tecnologia de Baterias na Exentec: "Somos responsáveis pelo ar seco necessáriono processo de fabrica??o de baterias."
Veja neste vídeo como a contenção de processo funciona na prática no miniambiente.
Cada passo de processo em um miniambiente
é sabido que o ar ambiente pode conter apenas muito pouca umidade na produ??o de células de bateria. Para ser mais preciso: para que no processamento dos materiais sensíveis da bateria n?o ocorram oxida??es ou inclus?es de umidade, a umidade relativa do ar normalmente é inferior a 1 por cento. Pois, se for maior, isso pode causar problemas de qualidade mais tarde ou até falhas críticas das baterias.
A umidade relativa do ar nas células de robô normalmente é inferior a 1 por cento.
A secura necessária é produzida nos chamados Mini-Environments (miniambientes). "Aqui passos de processo individuais da produ??o e as respectivas máquinas s?o contidos e o ar filtrado é levado diretamente ao processo", explica Nicole Neub. "Através disso, apenas a máquina é alimentada com ar limpo e seco – e n?o um grande volume n?o utilizado no pavilh?o de produ??o." Na produ??o industrial em massa de células de bateria, na maioria das vezes s?o operadas áreas de produ??o completas como sala seca, o que n?o é necessário para processos individuais e requer grandes quantidades de energia.
Ar extremamente seco: a conten??o de processo torna isso possível
No projeto AgiloBat isso ocorre através de caixas tipo contêiner, nas quais existe um ponto de orvalho de até -50?°C. "Isso n?o tem nada a ver com a temperatura do ambiente de produ??o", explica o Gerente Técnico do projeto AgiloBat, Sebastian Henschel, do wbk Institut für Produktionstechnik do KIT. Mais exatamente, o ponto de orvalho indica a temperatura para a qual o ar deve ser resfriado, para que a umidade seja condensada. Ou seja: quanto menor o ponto de orvalho, mais seco será o ar. "A um ponto de orvalho de -50?°C, existem menos de 100 moléculas de água por milh?o de moléculas de ar por volume", explica Henschel. "Isso corresponde a uma umidade relativa do ar muito abaixo de um por cento."
Com a ajuda dos robôs da KUKA alcançamos precisão industrial – com uma flexibilidade, que de outra forma somente conhecemos da produção manual.
As pessoas s?o separadas do processo – gra?as à automa??o inovadora
Um fator decisivo s?o os colaboradores: "Nós, seres humanos, consistimos em 80 por cento de água, o que em um processo como este n?o é nada útil", diz Henschel. "Mesmo quando estamos em repouso absoluto, expiramos pelo menos 120 gramas de umidade pura a cada hora", acrescenta Nicole Neub. "Estas s?o quantidades de umidade queinfluenciam negativamente de forma considerável um ponto de orvalho estável de, por exemplo, -50?°C." Para obter um ambiente realmente seco, deve-se manter as pessoas o mais distante possível. Essa é exatamente a abordagem da Exentec: "Em nosso miniambiente, separamos rigorosamente as pessoas do processo através da conten??o", explica Nicole Neub. "Claro que isso somente é possível se este for executado de forma totalmente automatizada." E aqui entram em jogo os rob?s da KUKA.
Os dois KR SCARA e o KR CYBERTECH nano trabalham juntos no miniambiente com máxima eficiência e precisão.
Inúmeros projetos de clientes bem-sucedidos falam a favor da KUKA
No ambito do AgiloBat est?o em uso quatro KR CYBERTECH nano, um KR 4 AGILUS?bem como, para o empilhamento de células, dois KR SCARA?– para a total satisfa??o dos responsáveis do projeto. "Há anos os fabricantes de células de bateria utilizam rob?s KUKA em grandes quantidades na sala seca, para reduzir a contamina??o ambiental através dos colaboradores e aumentar a qualidade da produ??o", diz Thomas Schmidberger, Business Development Manager na KUKA. Há algum tempo a KUKA está em contato com fabricantes de baterias no que se refere aos requisitos tecnológicos para ambientes de sala seca. "Os requisitos aos nossos produtos na sala seca s?o muito bem conhecidos de inúmeros projetos de clientes e s?o analisadoscontinuamente junto com especialistas líderes da indústria", enfatiza Schmidberger. Como fabricante líder de rob?s, a KUKA trabalha em uma certifica??o dos rob?s para a aplica??o na sala seca.
As células de robô desenvolvidas pelos pesquisadores do KIT representam uma novidade mundial.
Rob?s da KUKA superam os desafios especiais na sala seca
Pois o uso na sala seca traz consigo desafios especiais para os rob?s. Assim, a umidade do ar extremamente baixa pode levar a um maior desgaste. Isso vale principalmente para materiais que contêm plastificantes, por exemplo, veda??es ou conex?es de cabos: em aplica??es de longo prazo na sala seca, eles podem se tornar porosos mais rapidamente e, no pior caso, até mesmo quebrar.?
Os robôs da KUKA superam os desafios especiais na sala seca.
Mas também graxas lubrificantes, por exemplo, podem perder a capacidade funcional, porque perdem componentes da água. Portanto, desafios especiais – que s?o considerados na KUKA: desde 2020 os especialistas em automa??o de Augsburg já puderam coletar experiências com mais de 10.000 rob?s na fabrica??o de células de bateria, das quais mais de 1.000 em aplica??es de sala seca. A resposta do cliente é totalmente positiva.
Há anos os fabricantes de células de bateria usam robôs KUKA na sala seca para reduzir a contaminação ambiental e aumentar a qualidade da produção.
Repetibilidade e precis?o encontram flexibilidade
Mas a produ??o em miniambientes por meio da automa??o n?o é apenas interessante para a produ??o de células de bateria, mas também para muitos outros ramos de atividades: "Na área de semicondutores, o tema é essencial, assim como na indústria farmacêutica", relata Nicole Neub da Exentec. é aqui que as vantagens da ampla gama de produtos da KUKA se tornam realidade: gra?as à sua versatilidade e flexibilidade os rob?s podem ser usados em áreas, produtos e ambientes totalmente diferentes.?
O KR CYBERTECH nano se insere de forma flexível no sistema.
Isso também foi comprovado pelo projeto no KIT: "Queríamos elaborar um sistema com máxima flexibilidade, ilustrando diversos passos de processo através de diferentes módulos de produ??o e, em seguida, uni-los entre si", conta o Gerente Técnico para AgiloBat Sebastian Henschel. "Aqui os rob?s da KUKA comprovaram absolutamente o seu valor. Com a sua ajuda alcan?amos a repetibilidade e precis?o industrial – combinada com uma flexibilidade que de outra forma somente conhecemos da produ??o manual."
Possibilidade de produ??o atraente, mesmo em empresas de pequeno e médio porte
Essas características s?o especialmente atraentes para as PMEs – n?o por acaso, a equipe do KIT trabalhou no AgiloBat com construtores de máquinas e de instala??es de médio porte. Miniambientes e automa??o permitem oferecer uma tecnologia de instala??es competitiva ao longo da cadeia de processos crítica dentro de ambientes de produ??o relevantes de sala seca. Os conhecimentos do AgiloBat lhe permitem fabricarcélulas de bateria de forma flexível, bem como testar novos sistemas de materiais através da fabrica??o orientada à indústria com pequenas quantidades de material. "Finalmente, também n?o podemos esquecer que nestes passos de processo químicos da fabrica??o de baterias é trabalhado com substancias críticas", diz Thomas Schmidberger. "A automa??o baseada em rob? em liga??o com o uso de miniambientes protege, portanto, também a saúde dos colaboradores."
Como todos os componentes da KUKA, também o KR CYBERTECH nano no projeto AgiloBat atendeu os requisitos para a mais completa satisfação dos pesquisadores.
Através de miniambientes e a separação consequente entre pessoas e processo, é possível reduzir significativamente os custos correntes.
Economias significativas em custos e recursos correntes
Mas sobretudo os processos de produ??o utilizados no AgiloBat podem poupar recursos consideráveis – e isso sob dois aspectos: por um lado, é necessário muito menos energia do que na produ??o convencional. "Nas gigafábricas, entre 25 e 40 por cento da demanda total de energia é usada apenas para criar condi??es de sala seca. E ao mesmo tempo secamos constantemente contra a entrada contínua de umidade de cada pessoa na sala seca", diz Nicole Neub. "Através dos miniambientes e da separa??o consequente entre pessoas e processo, também podem ser reduzidos significativamente os custos correntes, isto é, a OPEX." E, em segundo lugar, a quantidade de refugo inutilizável é reduzida consideravelmente: "Nos grandes sistemas, mesmo quando eles est?o bem ajustados, temos em parte 15 a 20 por cento de material de refugo que deve ser descartado ou reciclado", calcula Sebastian Henschel da wbk. "Também podemos reduzir consideravelmente esta taxa através da flexibiliza??o da produ??o." Os rob?s da KUKA tornam isso possível!
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